1 de junho de 2012

Jardel participa de posse da nova diretoria do Simecat

O deputado Jardel Sebba (PSDB) participou na noite desta quarta-feira, 30, da solenidade que empossou a nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Catalão (Simecat). O evento foi realizado no Anfiteatro do Centro Cultural Labibe Faiad e contou com as presenças do presidente nacional da Força Sindical, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), conhecido como Paulinho da Força, do presidente da Força Sindical Goiás, vereador Rodrigão, entre outras autoridades.

Tomaram posse além do novo presidente do Simecat, Carlos Albino de Rezende Júnior, outros 17 membros que integram a diretoria executiva, o conselho fiscal e os suplentes. O grupo foi reeleito pelos trabalhadores metalúrgicos com 97,45% de aprovação. A chapa 1 – “O Trabalho é a nossa marca” – venceu as eleições no início de abril e assume a gestão 2012-2016.

Jardel, que compôs a mesa durante a cerimônia de posse, destacou que o trabalho desenvolvido pela diretoria do Simecat, há oito anos, é motivo de orgulho para a categoria. “O Simecat hoje é exemplo para outros sindicatos do País graças ao profissionalismo da sua diretoria que não mede esforços para lutar em busca de melhorias”, frisou.

O diretor, Carlos Albino, demonstrou satisfação em ser reeleito com tamanha aprovação e disse que a continuação do seu trabalho aumenta ainda mais sua responsabilidade. “Catalão está crescendo muito, são novos horizontes, novos desafios e quero começar o novo mandato reduzindo a jornada de trabalho para 40 horas semanais”, destacou. Carlos acrescentou ainda que também pretende construir uma sede para o Simecat e manter as conquistas já experimentadas pelos trabalhadores.

Já Rodrigão, da Força Sindical Goiás, reiterou que a nova diretoria vai continuar trabalhando com o foco de uma gestão diferenciada, que representa bem o trabalhador metalúrgico e atinge resultados positivos. “Acho que fizeram um modelo de sindicalismo e conseguiram coisas que no Brasil, muitos sindicatos não têm”, definiu.