Na noite de ontem, dia 20, por volta das 23h, a equipe da 1a CIPMRv realizava patrulhamento pela GO 330, km 44, na Zona Rural do município de Catalão, quando abordou um veículo GM/Vectra prata em atitude suspeita. Após aplicação de técnicas de identificação veicular, os militares observaram que o veículo abordado possuía adulterações de sinal identificador de veículo automotor.

 

Durante as consultas, os PMs constataram ainda que a placa KEN2888 (GO) era clonada, sendo que a original era NBC4646 (MT). Além disso, o condutor possuía uma extensa ficha criminal.

Na manhã desta quarta-feira, dia 21, a equipe do 1°BPMRv realizava abordagens na GO-010, no município de Luziânia, quando parou um veículo GM/Celta com dois ocupantes em atitudes suspeitas. Como os abordados não apresentaram nenhuma documentação, os PMs conduziram os suspeitos até o CIOPS local para realizar a identificação. Após consultas, foi constatado um mandado de prisão em aberto em desfavor de um dos abordados, aguardando cumprimento.

Fonte: P5 do CPR


O presidente Michel Temer sancionou, na noite desta terça-feira (20), a criação das universidades federais de Catalão e Jataí. As duas unidades serão desvinculadas da Universidade Federal Goiás (UFG), se tornando autônomas.

Os cargos de reitor e vice-reitor deverão ser preenchidos por nomes indicados pelo Ministério da Educação, até que os estatutos das universidades sejam organizados.

A transferência de alunos e servidores, que atualmente estão lotados nos campus da UFG, será automática e a estrutura que já existe será aproveitada. Com isso, o Estado passa de uma para três universidades federais.

A Universidade Federal de Catalão (UfCat) foi gerada a partir da aprovação do PLC 5/2018. Segundo o texto, a instituição terá sede e foro no município de mesmo nome. Cursos, alunos e cargos da Regional Catalão da UFG serão automaticamente transferidos para a UfCat, assim como seu patrimônio.

Em Catalão, além do aproveitamento da estrutura existente da UFG, para compor o quadro de pessoal da instituição desmembrada, o projeto prevê a criação de 81 cargos efetivos do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação – de nível médio e superior -, 40 cargos de direção, 225 funções gratificadas e cinco Funções Comissionadas de Coordenação de Curso (FCC).

Já a criação da Universidade Federal de Jataí (UFJ) foi objeto do PLC 7/2018, que também estabelece sede e foro no município de mesmo nome. De acordo com o texto, a transferência de cursos, alunos e cargos será automática. Além do aproveitamento da estrutura existente da UFG, o texto aprovado prevê a criação de 67 cargos efetivos do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, 40 cargos de direção, 222 funções gratificadas e duas Funções Comissionadas de Coordenação de Curso.

Com informações do Jornal O Popular

 


O juiz José dos Reis Pinheiro Lemes da comarca de Pires do Rio, condenou, na última segunda-feira (12), Cássio Cristiano de Oliveira e João Melo dos Santos, a penas que, somadas, totalizam mais de 115 anos de reclusão. Eles foram considerados culpados de dois latrocínios e uma tentativa de latrocínio, que resultaram na morte dos fazendeiros Cinézio Gonçalves Meirelles e João Meirelles e, por provocar lesão corporal em Emílio Gonçalves Meirelles. Os dois réus estão presos e devem cumprir a pena em regime fechado.

Conforme denúncia do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), no dia 8 de agosto de 2016, na fazenda Bom Jardim, localizada na região do Morro dos Cruzeiros, no município de Pires do Rio, três homens invadiram a fazenda das vítimas tendo por objetivo roubar a importância de R$ 30 mil.

Segundo a peça acusatória, no dia do fato, eles subtraíram uma pistola, calibre 765, e uma espingarda, carabina calibre 44. Ainda, segundo o MPGO, durante a ação criminosa, houve troca de tiros entre os fazendeiros e os acusados, provocando na morte de dois deles e ferimentos em outro. Após diligências, a Polícia Militar prendeu os dois réus.

Em alegações, o órgão acusador pleiteou a condenação nos moldes da denúncia. A defesa pediu a absolvição, sendo um deles pela aplicação da pena no mínimo legal, reconhecimento da menoridade relativa e confissão espontânea. Já o outro réu pediu o reconhecimento de crime único, ante o atingimento de patrimônio único, bem como aplicação da pena em seu mínimo legal.

Decisão

Ao analisar os autos, o juiz José dos Reis Pinheiro argumentou que a condenação deve ser procedente, uma vez que a materialidade e autoria ficaram comprovadas pelo laudo de exame cadavérico, relatório médico, laudo de exame complementar da vítima sobrevivente, auto de prisão em flagrante, laudo de perícia criminal de caracterização de projéteis de arma de fogo, entre outros.

Ressaltou, ainda, que diante das provas testemunhais colhidas durante as fases policial e judicial foi demonstrada a conduta delituosa dos réus, conforme prevê o artigo 157, do Código Penal. “Embora os crimes tenham sido cometidos nas mesmas condições de tempo e lugar, não há crime único, pois, no latrocínio, a pluralidade de mortes e a existência de apenas uma subtração configura a hipótese de concurso formal impróprio de crimes, e não crime único”, afirmou o magistrado.

Dosimetria das penas

Cássio Cristiano de Oliveira foi condenado a 62 anos e 2 meses de reclusão e ao pagamento de 30 dias-multa. Já João Melo dos Santos deverá cumprir 53 anos e 4 meses de reclusão, além de pagar 30 dias multa. Ambos deverão cumprir pena em regime fechado. Para aplicar a pena, o juiz levou em consideração a culpabilidade, antecedentes criminais dos réus, conduta social, motivação do crime, entre outros.

Ainda, ao analisar os autos, o magistrado afirmou que é improcedente a minoração da pena dos réus, uma vez que, além de subtraírem os bens das vítimas, também ofenderam a integridade física delas com disparos de tiros, resultando na morte de duas delas. Veja decisão (Texto: Acaray M. Silva – Centro de Comunicação Social do TJGO)


Não há sossego nem para sair cedo e ir para o trabalho. A terça-feira (20) foi de susto para três pessoas após serem assaltadas. O caso aconteceu às 6h17 numa esquina do bairro Jardim Europa. Toda a ação foi gravada por vídeo de vigilância de uma residência.

Pelas imagens é possível ver os três trabalhadores seguindo sentido à esquina em que costumam pegar um ônibus de transporte especial, oferecido pela montadora de veículos onde trabalham. Uma moto se aproxima com dois suspeitos; o garupa desce e anuncia o assalto. Dois homens tiveram os celulares roubados. A terceira vítima é uma mulher de 49 anos. Ela é arremessada ao chão pelo suspeito e teve seu celular e o dinheiro roubado.

A Policia Militar foi acionada e a mulher foi levada a um hospital particular da cidade. Além de escoriações pelo corpo, a vítima estava em estado de choque. Foi liberada e está na casa de uma irmã.

A equipe de reportagem do Blog Diante do Fato foi informada de que a vítima de 49 anos é deficiente auditiva e está bem abalada. A família se resguardou no direito de não comentar o ocorrido. A Policia Militar está efetuando diligências em busca de pistas que possam levar aos suspeitos. Porém, até o momento ninguém foi preso.


Durante patrulhamento pelo Bairro Jardim Paraíso, em Catalão, por volta das 22h50 desta segunda-feira (19), a Polícia Militar ao realizar abordagem policial a duas pessoas em atitude suspeita, durante busca pessoal foi encontrado com os abordados 550 gramas de maconha, balança de precisão e a quantia de R$ 323,90 Reais em dinheiro.
 
Os suspeitos de 14 e 25 anos juntamente com o entorpecente, objetos e o dinheiro apreendidos foram encaminhados a Central de Flagrantes, onde foram autuados por tráfico de drogas. Em seguida o homem de 25 anos foi encaminhado para a Unidade Prisional de Catalão. O adolescente foi entregue para seus responsáveis.
 
Fonte18º BPM

Uma parceria firmada desde 2016 entre Sindicato Rural de Catalão (SRC) e Policia Militar do Estado de Goiás resultou no programa Patrulha Rural Georreferenciada, que iniciou em nossa região e hoje é modelo para Goiás e Brasil. Trata-se de um monitoramento por meio de georreferenciamento que facilita a ação policial de forma rápida e efetiva nas propriedades rurais, coibindo a criminalidade no campo.
 
Para reforçar os laços entre as duas instituições na manhã de segunda-feira, 19, houve uma reunião entre o subcomandante do 18º Batalhão da Policia Militar, capitão Roger Misael M. Barbosa e a diretoria do SRC. Neste encontro foram avaliadas as metas e traçadas novas estratégias para aperfeiçoar e agregar mais produtores ao projeto.
 
Renato Ribeiro, presidente do SRC, percebe a grande importância para o homem do campo com essa iniciativa e complementa, “nossa diretoria não mede esforços para auxiliar a Patrulha Rural. Percebemos que tem dado ótimos frutos e queremos continuar este trabalho”.
 
Segundo o coordenador da Patrulha Rural, tenente Vinicíus Roldão, até hoje são 1.182 propriedades rurais cadastradas e a meta estabelecida para 2018 é alcançar duas mil. “Nosso próximo passo é realizar reuniões setoriais, em comunidades com assiduidade, para ter um contato direto com os produtores e ouvir deles quais as principais demandas”, comenta.

          Coordenador da Patrulha Rural, tenente Vinicíus Roldão

 
A primeira reunião com as comunidades está agendada para a próxima quinta-feira, 22, na quadra de esportes da comunidade Custódia, às 19 horas e contará com a presença de parte da diretoria do SRC.
 
Larissa Pacheco/ Assessoria de Comunicação

 
A oposição em Goiás entrou definitivamente em rota de colisão. O ex-governador e ex-prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, partiu pra cima dos prefeitos e outros colegas do MDB de Goiás que teimam em trair o projeto original do partido nas eleições para governador de Goiás agora em 2018.
 
Maguito em declaração à coluna Giro do jornal O Popular disse que os prefeitos Adib Elias (Catalão), Ernesto Roller (Formosa), Paulo do Vale (Rio Verde), Fausto Mariano (Turvânia) e Renato de Castro (Goianésia), além do deputado estadual José Nelto deveriam ter a dignidade de se desfiliar do MDB, partido que utilizaram para conquistar os atuais mandatos.
Maguito diz que não é proibido ter um projeto diferente no MDB, mas pede aos que defendem a candidatura de Ronaldo Caiado, do DEM, deixem o partido que tem candidato próprio, no caso o deputado federal, Daniel Vilela. As críticas duras de Maguito Vilela vem exatamente no dia que estes prefeitos do MDB se reúnem na Assembleia Legislativa em ato de apoio à candidatura do senador Ronaldo Caiado.
Com informações  do site Goias Urgente 

         Luiz Gustavo Sampaio e Adib Elias

Com representantes do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e do Democratas (DEM) em pé de guerra, a cidade de Catalão enfrenta um impasse com relação à aliança dos dois partidos. A situação, ainda em fase de conversas, tende ao rompimento.

A ruptura começou a tomar forma depois que o prefeito Adib Elias (MDB) tentou interferir na presidência do DEM no município do pré-candidato a deputado estadual Luiz Gustavo Sampaio. Adib, inclusive, chegou a oferecer secretarias ao dono de cartório na cidade na tentativa de avançar sobre o partido na cidade.

Em entrevista ao Jornal Opção, Luiz Gustavo confirmou a possibilidade de rompimento. Ele alega que a indefinição existe pelo fato da prefeitura ainda não ter definido qual candidato irá apoiar na cidade. “Estamos aguardando esse posicionamento. Está difícil”, admitiu sobre a questão. Reuniões, ainda esta semana, podem definir a situação.

De acordo com ele, porém, a investida não altera sua corrida ao cargo na Assembleia. “Já estou definido e não temos abertura para negociatas”, bradou.

Até então, Adib estava bancando a candidatura de Luiz Gustavo. A disputa abalou a relação pessoal entre os dois, e Mauro Sampaio, pai de Luiz Gustavo, também entrou no embate.

Fonte: Jornal Opção


O promotor Cláudio Braga, titular da Promotoria de Justiça da Saúde de Catalão, impetrou com mandado de segurança no TJGO, no plantão deste último fim de semana, para garantir atendimento a uma paciente de 30 anos, que buscava, sem sucesso, pelo serviço nas unidades de urgência da saúde do município de Catalão. A paciente, apesar de ordem judicial assim o determinando, ainda aguarda encaminhamento para cirurgia.
 
No dia 2 de março, ela sofreu um acidente doméstico que lhe causou cortes profundos no braço direito. Encaminhada à Santa Casa de Misericórdia de Catalão, ela foi atendida por um médico plantonista, especialista em urologia, que decidiu apenas pela sutura dos cortes e a liberou no dia seguinte, mesmo a paciente queixando-se de fortes dores locais.
 
Como as dores aumentaram e a sensibilidade da mão diminuiu, a mulher procurou a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Catalão, no dia 11 de março. A médica que fez o atendimento percebeu que se tratava de uma ocorrência de ortopedia e solicitou à paciente que seguisse para um posto de saúde.
 
Dois dias depois, ela procurou uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município, mas não foi assistida por médico, pois não havia mais vagas. Conseguiu apenas marcar uma consulta com um ortopedista para o dia 26 de março e foi embora para a casa. Porém, como as dores estavam insuportáveis, ela procurou a Santa Casa no dia seguinte, e, novamente, não conseguiu atendimento pelo ortopedista, tendo o médico presente solicitado que ela voltasse posteriormente.
 
No dia seguinte, em 15 de março, voltou à Santa Casa e, mais uma vez, a consulta de ortopedia lhe foi negada. Como a médica presente percebeu que o caso era grave, passou-lhe medicamentos por via venosa e, como a dor não passou, encaminhou-a para a UPA. Naquela unidade, 13 dias depois do acidente, e após passar por quatro médicos diferentes, a mulher conseguiu a consulta com o especialista, que constatou a gravidade do quadro, com suspeita de ruptura de tendão, e possibilidade de sequelas. Porém, como o município não tinha à disposição o exame de ressonância magnética para confirmar o diagnóstico, o médico apenas regulou a paciente para cirurgia em Goiânia.
 
No dia seguinte, ao procurar a regulação do município, a paciente obteve a informação de que não havia prazo previsto para o atendimento, quando, então, procurou o Ministério Público.
 
O promotor relata que, embora o TJGO tenha concedido uma liminar favorável ao MP, a paciente ainda aguarda o encaminhamento para a cirurgia. Cláudio Braga agora quer saber porquê de a Santa Casa não ter oferecido o atendimento ortopédico, uma vez que há previsão de plantão em ortopedia no convênio firmado com o município, que prevê repasse mensal de R$ 610 mil. A mulher relatou ao MP que os médicos lhe passaram a informação de que os ortopedistas do SUS na Santa Casa eram chamados apenas para casos de fraturas graves.
 
“O MP já havia cobrado também da prefeitura de Catalão uma fiscalização mais efetiva nos serviços públicos prestados pela Santa Casa, o que não está ocorrendo, a ponto de faltar material básico no atendimento do SUS”, afirma o promotor.
 
Ele acrescenta ainda que a paciente disse em depoimento que faltaram faixas e algodão, e que, inclusive, na falta deste último, a enfermeira teve que estancar o sangue da veia com guardanapo de papel. O MP investiga também a falta de exame de ressonância magnética na UPA, embora seja de conhecimento que o município possui um aparelho de ressonância magnética lacrado na caixa desde 2012, o qual, até hoje, não foi dado destinação. (Cristiani Honório / Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

Na tarde da quarta-feira (14), foi registrado mais uma ação de ódio e abuso de poder envolvendo funcionários concursados da Sae – Superintendência de Água e Esgoto – de Catalão. Já foi publicadas inúmeras denúncias em que foram evidenciadas desconforto, falta de respeito e pressão negativa como forma de incitar os que são concursados a fazerem algo de errado e motivar uma exoneração.

Imagine-se, leitor(a), estudar, às vezes até mudar de cidade, ficar longe da família ou até mesmo ter que se adaptar e mudar a vida de seus pais e/ou filhos por uma possibilidade de estabilidade, de emprego, de sossego. Mas vai de encontro a dias inesquecíveis, de forma negativa. Imagine-se em cenário contrário: ir trabalhar em uma empresa em que você é menosprezado, que não te oferece o necessário para que você execute a sua função ou você a execute de maneira correta, mas só sua presença incita o ódio, falta de humanismo.

Toda esta descrição acima é um mero relato é uma ideia de nova perspectiva para levar você a uma conclusão própria sobre o que tem acontecido na Sae. E o último ocorrido foi na quarta-feira (14), por volta das 15h, em que a Policia Militar foi acionada a comparecer na sede da autarquia.

No local, um funcionário efetivo informou que estava sendo agredido verbalmente pelo diretor da Sae. O funcionário estava de licença por problemas médicos e ao retornar ao trabalho ele se deparou com a sua sala de trabalho trancada e sem seus pertences.

O funcionário em questão é o procurador jurídico da Sae chamou a PM e foi orientado a procurar pela Polícia Civil. Na Central de Flagrantes, o advogado registrou boletim de ocorrência e registrou formalmente perseguições e invasão de domicílio.

No BO o procurador descreve a narrativa que foi publicado no Blog Diante do Fato e foi tido como exagero da oposição” – em que no início do mandato, em janeiro de 2017, o prefeito Adib Elias esteve na sede da Sae e desferiu palavras em tom de intimidação e direcionou ameaça direta ao procurador jurídico (conforme consta no BO, Adib disse que “sumiria com o procurador da cidade”). O advogado, enquanto declarante, também informou outros episódios de perseguição, mas endossou em boletim que estava sendo impedido de exercer sua função.

                           Prefeito de Catalão Adib Elias (MDB)

Também consta no BO que no início da semana passada, o funcionário  recebeu, via WhatsApp, a informação de que estava suspenso por 25 dias por insubordinação, perda de prazos e declarações “filosóficas-políticas” – perdendo nestes dias sua remuneração. E que a solicitação foi feita pelo Chefe de Gabinete do Prefeito, Ricardo de Oliveira Silva, a quem o denunciante também informa invasão de domicílio pela apropriação de documentos.

  Chefe de Gabinete do Prefeito Adib Elias, Ricardo de Oliveira Silva

O procurador jurídico da Sae é concursão e funcionário efetivo e teve todos os documentos retirados e está impedido de ter acesso aos documentos – que são de pertence e responsabilidade dele, mas foram tirados de sua sala sem qualquer explicação ou autoridade legal por parte de quem o fez.

O que se espera que os documentos sejam devolvidos e o caso investigado. Ricardo de Olveira Silva poderá ser indiciado por invasão de domicílio (no caso a sala que é de direito do procurador político).

 

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