Após marcar encontro por rede social, homem tem carro roubado em Catalão

Na noite desta terça-feira, 21, um jovem teve seu veículo roubado nas proximidades do Ginásio Internacional de Catalão.

Segundo informações o jovem marcou um encontro com uma garota no Catalão Shopping , no momento em que eles estava saído do local do encontro a garota pediu pra ele parar o carro no Ginásio Internacional, pois ela queria urinar, em seguida chegou um homem em uma motocicleta pedindo o proprietário do veículo para que ele passasse para o banco de traz, o rapaz entregou a arma para garota a qual falou que se ele pulasse do carro ela iria atirar, apesar das ameaças o jovem pulou do veículo e correu para área de embarque do Catalão Shopping.

As Polícias Militar foi acionada e compareceu ao local. Até o fechamento da matéria o veículo Ford Fiesta azul, placa DOL 8946 não havia sido localizado.

Motorista perde o controle e capota veículo em Catalão

Um veículo de passeio capotou na noite desta terça-feira (21), por volta das 22h00 na rua Ênio Metsavt, no bairro Nossa Senhora de Fátima, próximo a praça Duque de Caxias.

Equipe do Corpo de Bombeiros compareceu no local e prestou socorro a vítima que não teve ferimentos graves. A polícia militar foi acionada e registrou a ocorrência.

Fim do horário de verão em Goiás é aprovado por deputados

Matéria segue agora para sanção do governador Marconi Perillo (PSDB)

Os parlamentares da Assembleia Legislativa votaram, em definitivo, na tarde desta terça-feira (21) o projeto de lei que extingue o horário de verão em Goiás. A matéria foi aprovada e segue agora para sanção do governador Marconi Perillo (PSDB).

Proposta pelo deputado Luis Cesar Bueno (PT), a medida defende que, apesar da adoção do horário de verão reduzir em até 5% os gastos com energia elétrica durante os meses em que vigora, a população brasileira acaba por sofrer graves consequências físicas e também no cotidiano.

O horário de verão foi instituído pela primeira vez entre os anos de 1931 e 1932, sendo adotado no País esporadicamente até 1967. Após 18 anos sem que a medida fosse novamente utilizada, o horário especial voltou a ser implantado em 1985 e, desde então, é instituído todos os anos.

Atualmente, apenas os estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste aderem ao horário.

Fonte: Jornal O Popular

Terreno baldio vira depósito de entulho em Catalão

População de Catalão sofre com a falta de fiscalização por parte da prefeitura

Uma nova paisagem tem se tornado cada vez mais comum nas ruas de Catalão. Terrenos, calçadas e vielas parecem que são sinônimos de lixo para muitas pessoas. O que não falta é terreno baldio em Catalão, além do mato, o pior é o lixo e terras que os moradores da região jogam em diferentes locais.

Depósitos de lixo, entulho e sujeira os terrenos baldios são vizinhos indesejáveis. Quem mora perto deles sofre com a terra e entulho jogado indevidamente, o mato alto e a proliferação de ratos, baratas e insetos.

Nos bairros distantes da região central de Catalão os terrenos baldios são comuns, boa parte fica desprotegida e por essa razão recebe lixo e entulho quase diariamente para desespero da vizinhança. Além do perigo da dengue, os terrenos baldios servem de esconderijo para a marginalidade.

Os vizinhos ao terreno preferiram não se identificar, mas contam que sofrem com o abandono do proprietário. “Já ligamos na Prefeitura, já falamos com o proprietário, mas nada ainda foi feito”. O descaso do poder público, somado à falta de consciência da população, tem revoltado algumas pessoas que chamam atenção para os inúmeros terrenos baldios em toda a cidade de Catalão.

Uma imagem fala mais que mil palavras. Veja as fotos:

Olha a situação em que se encontra uma estação de bombiamento da “SAE”, localizada no bairro Morada do Sol

Notícias do TJGO: Igreja de Catalão terá de pagar danos morais coletivos por barulho acima do permitido por lei

A Igreja do Evangelho Quadrangular da cidade de Catalão terá de pagar R$ 10 mil de indenização por dano moral coletivo, por fazer barulho em dias de culto, acima do limite legal permitido. A decisão é da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) que, por unanimidade, seguiu de voto da relatora, desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, para manter sentença da comarca de Catalão.

O valor da indenização será revertido para o Fundo Municipal do Meio Ambiente da cidade. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), que pediu a suspensão do uso de equipamentos ou instrumentos sonoros na instituição até que sejam feitas alterações e melhoramentos aprovados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Catalão (Semmac).

Em primeiro grau, o juiz Marcus Vinícius Ayres Barreto, da 2ª Vara Cível da Fazendas Públicas Regional e Ambiental da comarca, acatou parcialmente pedido do MPGO e condenou a Instituição religiosa a pagar dano moral coletivo.

As provas juntadas aos autos apontam que, em inspeções realizadas pela Semmac na Igreja evangélica, notaram que os ruídos vindos dos cultos religiosos realizados no prédio estavam acima do permitido legalmente e aceitáveis pela norma NBR 10.152, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), perturbando, assim, o sossego alheio.

O magistrado ponderou que “o interesse público há sempre de sobrepor ao interesse particular, não podendo a instituição, embora goze do exercício da liberdade de culto religioso, causar dano à sociedade produzindo e propagando sons acima dos limites toleráveis pela legislação de regência”. Inconformada com a sentença, a igreja interpôs apelação cível requerendo diminuição da condenação imposta a ela em primeiro grau.

Ao analisar o caso, Beatriz Figueiredo salientou que ficou comprovado, nos autos, em laudo de inspeção realizado pela Semmac em 13 de maio de 2012 e em 11 de maio de 2014, que a igreja fazia mesmo barulho acima do permissivo legal. “Com isso, é de se reconhecer que o valor arbitrado pelo magistrado em primeira instância se revela adequado e proporcional a fim de remediar o dano material causado pela instituição religiosa”, frisou. Veja Decisão (Texto: João messias – Estagiário do Centro de Comunicação Social do TJGO)